01#AGRH — Autogestão por RH

Muito além da
Consultoria
de Benefícios.

Para atingir resultados diferentes, é preciso fazer diferente. A RS Saúde implanta a Autogestão por RH — o fim da caixa-preta na saúde corporativa, com transparência total, governança técnica e previsibilidade de custo.

+30%
economia média
100%
dados auditáveis
0
intermediação opaca
Executivos analisando dashboards e relatórios financeiros em sala de reunião
02O diagnóstico

O ciclo insustentável
do mercado tradicional.

Prêmio fixo elevado, reajustes anuais por sinistralidade, zero visibilidade sobre os vetores de custo e uma jornada burocrática que penaliza o colaborador. O RH administra o aumento — não o sistema.

  • Reajustes anuais imprevisíveis
  • Caixa-preta sobre utilização e sinistro
  • Burocracia que adia diagnóstico e tratamento
  • Empresa refém do modelo da operadora
Diagrama do ciclo insustentável
Caso real · Um colaborador levou 3 anos para conseguir realizar uma cirurgia no joelho — sem conseguir sequer alinhar o procedimento ao período de férias.
03A virada

A mudança de paradigma:
Autogestão por RH.

Uma abordagem em que a empresa assume o protagonismo. Em vez de depender exclusivamente de operadoras ou seguradoras, o RH gere o próprio plano de saúde — pagando apenas pelas despesas efetivamente geradas por seus beneficiários.

+30%
de economia vs. mercado
Pay-per-use
custo operacional real
Blueprint da estrutura de Autogestão por RH
04Eliminando o intermediário

Maximizando o valor.
Sem retenção de margem sobre o sinistro.

Modelo antigo

Empresa → Operadora → Prestador

01Prêmio fixo elevado pago à operadora tradicional.
02Operadora retém margem alta pelo "risco" assumido.
03Repasse menor ao prestador, em uma caixa-preta.
#AGRH — Autogestão por RH

Empresa → RS Saúde → Prestador

01Pagamento direto pelo custo operacional real.
02RS Saúde como camada de tecnologia e auditoria.
03Transparência total na relação com o prestador.
05Os 4 pilares

Os 4 pilares da Autogestão por RH.

01

Personalização

Desenho sob medida com foco em prevenção e bem-estar, evitando adoecimentos antes que se tornem custo.

02

Controle de Custos

Negociação direta com prestadores, eliminando a taxa de "risco" cobrada por intermediários tradicionais.

03

Qualidade e Acesso

Escolha direta de fornecedores, reduzindo o tempo de espera para atendimentos e autorizações.

04

Engajamento

Aumento da satisfação do colaborador, que percebe o investimento real e tangível da empresa em sua saúde.

06Ecossistema operacional

Tecnologia embarcada,
operação em camadas.

A RS Saúde opera como um BPO estratégico de saúde corporativa, integrando relacionamento ANS, rede credenciada, auditoria de contas, inteligência artificial e diagnóstico preditivo sob um único modelo de governança.

Relacionamento ANS
Gestão de Rede Credenciada
Canais de Relacionamento
Auditoria de Contas
Inteligência Artificial
Diagnóstico Preditivo (BI)
Processamento de Contas
BPO Estratégico
Governança Assistencial
07O velho vs. o novo

Diagnóstico de modelos.

Operadora TradicionalAutogestão por RH
Estrutura de CustoFixo + reajustes por sinistralidadeCusto operacional direto (pay-per-use)
Visibilidade de DadosCaixa-preta, zero controle100% transparente e auditável
Jornada do PacienteBurocrática, focada em contençãoÁgil, focada em resolução e prevenção
Papel da EmpresaRefém de reajustes anuaisGestora ativa do bem-estar corporativo
Estaleiro Atlântico Sul
08Caso de sucesso

Indústria Naval
(Pernambuco)

O desafio do Estaleiro Atlântico Sul.

O Cenário

Operação com plano tradicional de mercado (seguradora).

O Risco

Custos elevados e crescentes impactando a viabilidade financeira da organização.

A Decisão

Mudar a lógica. Em vez de aceitar o modelo imposto, assumir o protagonismo do sistema e da saúde dos colaboradores.

09Resultado documentado

O impacto financeiro da transparência.

Economia real e documentada em 12 meses de operação, sem perda de qualidade assistencial.

23%
de redução
R$ 11,2M
saving anual
Gráfico: Operadora de Mercado vs Autogestão por RH
10Menor custo · Maior eficiência

Menor custo. Maior eficiência assistencial.

Controle e Previsibilidade

Visibilidade total dos dados. Atuação direta sobre os vetores de custo, reduzindo a volatilidade financeira.

Experiência do Usuário

Autorizações ágeis. Redução drástica do tempo entre diagnóstico e tratamento, com jornada resolutiva.

Impacto Estratégico

O plano deixa de ser um centro de custo incontrolável e passa a gerar valor real para a marca empregadora.

#AGRH

A empresa deixou de
administrar o aumento…
…e passou a gerir o sistema de saúde.

A verdadeira transformação da Autogestão por RH.

11Decisão estratégica

23% de redução em uma das maiores linhas de custo da empresa não é apenas resultado. É estratégia de negócio.

Se hoje a sua empresa paga caro, não tem visibilidade dos dados e sente que perdeu o controle do benefício saúde…

Talvez o problema não seja o plano. Seja o modelo.

Vamos conversar

Vamos repensar o seu modelo
de Saúde Corporativa?

Uma conversa inicial e consultiva para mapear oportunidades de estruturação ou amadurecimento da sua saúde corporativa via #AGRH.

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Christopher Roessler
RS Saúde · Gestão em saúde corporativa

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