Para atingir resultados diferentes, é preciso fazer diferente. A RS Saúde implanta a Autogestão por RH — o fim da caixa-preta na saúde corporativa, com transparência total, governança técnica e previsibilidade de custo.

Prêmio fixo elevado, reajustes anuais por sinistralidade, zero visibilidade sobre os vetores de custo e uma jornada burocrática que penaliza o colaborador. O RH administra o aumento — não o sistema.

Uma abordagem em que a empresa assume o protagonismo. Em vez de depender exclusivamente de operadoras ou seguradoras, o RH gere o próprio plano de saúde — pagando apenas pelas despesas efetivamente geradas por seus beneficiários.

Desenho sob medida com foco em prevenção e bem-estar, evitando adoecimentos antes que se tornem custo.
Negociação direta com prestadores, eliminando a taxa de "risco" cobrada por intermediários tradicionais.
Escolha direta de fornecedores, reduzindo o tempo de espera para atendimentos e autorizações.
Aumento da satisfação do colaborador, que percebe o investimento real e tangível da empresa em sua saúde.
A RS Saúde opera como um BPO estratégico de saúde corporativa, integrando relacionamento ANS, rede credenciada, auditoria de contas, inteligência artificial e diagnóstico preditivo sob um único modelo de governança.
| Operadora Tradicional | Autogestão por RH | |
|---|---|---|
| Estrutura de Custo | Fixo + reajustes por sinistralidade | Custo operacional direto (pay-per-use) |
| Visibilidade de Dados | Caixa-preta, zero controle | 100% transparente e auditável |
| Jornada do Paciente | Burocrática, focada em contenção | Ágil, focada em resolução e prevenção |
| Papel da Empresa | Refém de reajustes anuais | Gestora ativa do bem-estar corporativo |

O desafio do Estaleiro Atlântico Sul.
Operação com plano tradicional de mercado (seguradora).
Custos elevados e crescentes impactando a viabilidade financeira da organização.
Mudar a lógica. Em vez de aceitar o modelo imposto, assumir o protagonismo do sistema e da saúde dos colaboradores.
Economia real e documentada em 12 meses de operação, sem perda de qualidade assistencial.

Visibilidade total dos dados. Atuação direta sobre os vetores de custo, reduzindo a volatilidade financeira.
Autorizações ágeis. Redução drástica do tempo entre diagnóstico e tratamento, com jornada resolutiva.
O plano deixa de ser um centro de custo incontrolável e passa a gerar valor real para a marca empregadora.
A verdadeira transformação da Autogestão por RH.
Se hoje a sua empresa paga caro, não tem visibilidade dos dados e sente que perdeu o controle do benefício saúde…
Talvez o problema não seja o plano. Seja o modelo.
Uma conversa inicial e consultiva para mapear oportunidades de estruturação ou amadurecimento da sua saúde corporativa via #AGRH.